Síndrome da dor miofascial

Síndrome da dor miofascial

1. O que é a síndrome da dor miofascial? 

É uma causa comum de dor no músculo caracterizada pela presença de pontos-gatilhos. Ocorre em ambos os sexos e é mais comumente observada em atletas e nas pessoas acima dos 30 anos de idade.

 

2. O que são pontos-gatilhos? 

São locais bem delimitados, podendo-se manifestar como um nódulo ou local de contração do músculo. Este, quando estimulado, causa uma dor em uma área distante (dor que  ¨corre¨ para outro local).

 

3. Quais os sintomas da síndrome?

O mais comum é a dor em determinada região do corpo, geralmente mal localizada, sobre os músculos ou juntas. A síndrome tende a aparecer ou  piorar com esforço físico. No entanto, pode ocorrer mesmo em repouso, quando não for tratada precocemente.

 

4. Qual a causa? 

Geralmente ocorre pelo estresse excessivo sobre os músculos (movimentos repetitivos, condicionamento físico inadequado, postura inadequada, trauma, distensão muscular, estresse emocional e mesmo por roupas apertadas). Pode também estar associada a doenças como diabetes, doenças da tireoide, depressão, anemia, doença reumatológicas e neurológicas, etc.

 

5. Como se faz o diagnóstico?

O diagnóstico é clínico, sendo que muitas vezes não é necessário nenhum exame complementar (exame de sangue, radiografia, etc).

 

6. Como pode ser tratada? 

O tratamento consiste na identificação de fator causal e sua correção, no uso ou não de medicamentos (agulhamento, acupuntura), e na reabilitação. Por outro lado, é muito importante a identificação de vícios de postura e de movimentos durante o dia-a-dia, os quais são frequentemente a causa dessa síndrome.

 

7. Quanto tempo devo permanecer em repouso?

Atividades que envolvam sobrecarga do músculo envolvido devem ser evitadas até a melhora da dor. Caso a imobilização seja necessária, deve ser feita conforme orientação do fisioterapeuta, assim como a reabilitação após o tratamento da dor na fase precoce. Após agulhamento, por exemplo, é sugerido repouso de alguns dias para melhor resposta terapêutica.


Notícias

Dor

“DOR - Experiência sensitiva e emocional desagradável associada ou relacionada a lesão real ou potencial dos tecidos. Cada indivíduo aprende a utilizar esse termo através das suas experiências anteriores.”

IASP International Association for the Study of Pain

De acordo com o Prof. Dr. Manoel Jacobsen Teixeira – Neurocirurgião, Fac. De Medicina da USP: “A dor continua sendo uma das grandes preocupações da Humanidade. Desde os primórdios do ser humano, conforme sugerem alguns registros gráficos da pré-história e os vários documentos escritos ulteriormente, sempre se procurou esclarecer as razões que justificassem a ocorrência de dor e os procedimentos destinados a seu controle.

A expressão da dor varia não somente de um indivíduo para outro, mas também de acordo com as diferentes culturas” (...) A ocorrência de dor, especialmente crônica é crescente, talvez em decorrência de:

  • novos hábitos de vida;
  • maior longevidade do indivíduo;
  • prolongamento de sobrevida dos doentes com afecções clínicas naturalmente fatais;
  • modificações do ambiente em que vivemos; e provavelmente
  • do reconhecimento de novos quadros dolorosos e da aplicação de novos conceitos que traduzam seu significado.

Além de gerar estresses físicos e emocionais para os doentes e para os seus cuidadores, a dor é razão de fardo econômico e social para a sociedade. Se você sente qualquer tipo de dor nas regiões de músculos, tendões e articulações, procure um médico e um fisioterapeuta especializado.

Previna-se contra o câncer de mama

Toda mulher já ouviu falar sobre o câncer de mama, mas ainda há muito sobre a doença que permanece desconhecido. Eis algumas informações muito importantes:

1) Nem sempre o câncer de mama aparece em forma “cronológica”, indo de inicial para avançado. Em 5% a 10% dos casos, o tumor já aparece nas fases mais graves, inviabilizando a detecção precoce.

2) As mulheres que tiveram câncer de mama podem apresentar recidiva. O tumor pode reaparecer em estágio metastático, quando atinge outros órgãos além da mama. Isso acontece em 30% dos casos.

3) Até as mulheres que tiraram as mamas por conta de um tumor maligno podem voltar a ter câncer de mama. Isso por que células tumorais podem se desprender do câncer original e migrar, pela corrente sanguínea, para outros órgãos do corpo, formando as metástases.

4) O câncer de mama metastático não é uma doença exclusiva de idosas. Mais de 5% dos novos casos de câncer de mama e 3% das mortes pela doença são entre mulheres com menos de 40 anos. Se considerarmos até os 50 anos, a porcentagem de novos casos sobe para 27% e 16% dos óbitos.

5) O câncer de mama metastático não é uma sentença de morte. Com avanço da medicina, há tratamentos, como as terapias-alvo, que são específicos e inovadores e que proporcionam anos de vida e com mais qualidade. Não vale a pena se desesperar!

6) Apesar dos avanços científicos, a mortalidade causada pelo câncer de mama continua sendo um grande problema para o Brasil. A proporção entre o número de mortes por câncer de mama feminino em relação ao total de óbitos de mulheres no Brasil ao longo do tempo passou de 1,8% no período de 1991 a 1994 para 2,6% nos anos 2007 a 2010.

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Você sofre de dores nas costas?

A lombalgia acontece quando uma pessoa tem dor na região lombar, ou seja, na região mais baixa da coluna perto da bacia. É também conhecida como "lumbago", "dor nas costas", "dor nos rins" ou "dor nos quartos". Algumas vezes, se irradia para as pernas, com ou sem dormência. Não é uma doença, e sim um tipo de dor que pode ter diferentes causas, algumas complexas. No entanto, na maioria das vezes, o problema não é sério.

TIPOS

Há dos tipos de lombalgia: aguda e crônica. A forma aguda é o "mau jeito". A dor é forte e aparece subitamente depois de um esforço físico. Ocorre na população mais jovem. A forma crônica geralmente acontece entre os mais velhos; a dor não é tão intensa, porém, é quase permanente.

CAUSAS

Frequentemente, o problema é postural, isto é, causado por uma má posição para sentar, se deitar, se abaixar no chão ou carregar algum objeto pesado. Outras vezes, a lombalgia pode ser causada por inflamação, infecção, hérnia de disco, escorregamento de vértebra, artrose (processo degenerativo de uma articulação) e até problemas emocionais.

TRATAMENTO

A depender da fase deve-se realizar um tratamento fisioterapêutico baseado em: tração, manipulação, RPG, cinesioterapia, alongamento, massagem, acupuntura, entre outras técnicas.

O que é a Ventosaterapia do nadador Phelps?

Desde séculos passados, os povos mais primitivos já procuravam maneiras de curar doenças. Mesmo sem as facilidades que temos hoje em dia, estes povos conseguiam resultados através de recursos da própria natureza.

Segundo registros históricos que temos conhecimento, os índios desenvolveram a técnica da ventosaterapia utilizando chifres de animais. Os  chineses a usavam com bambus e, tempos depois, os europeus desenvolveram a técnica com copos de vidro.

A grande procura  pela ventosaterapia  recentemente se deu por causa do maior nadador da história, o americano Michael Phelps. Ele costuma aparecer em público com as marcas características que o tratamento deixa no corpo.

A  técnica consiste na aplicação de copos de vidro ou acrílico que têm como finalidade criar um vácuo e fazer sucção da pele e dos músculos. Ao ser realizada a, o vácuo formado estimula a circulação sanguínea e são liberadas as toxinas existentes do sangue.

Como o foco terapêutico da ventosa é controlar a corrente sanguínea, podemos destacar, como benefícios, tratamentos para os seguintes problemas:

Intoxicação  do organismo

  • Lombalgias
  • Dores musculares
  • Dores abdominais
  • Cefaléia
  • Problemas digestivos
  • Hipertensão arterial

Agende um horário para experimentar essa técnica!

O que é Síndrome Miofascial?

1. O que é a síndrome da dor miofascial? 

É uma causa comum de dor no músculo caracterizada pela presença de pontos-gatilhos. Ocorre em ambos os sexos e é mais comumente observada em atletas e nas pessoas acima dos 30 anos de idade.

 

2. O que são pontos-gatilhos? 

São locais bem delimitados, podendo-se manifestar como um nódulo ou local de contração do músculo. Este, quando estimulado, causa uma dor em uma área distante (dor que  ¨corre¨ para outro local).

 

3. Quais os sintomas da síndrome?

O mais comum é a dor em determinada região do corpo, geralmente mal localizada, sobre os músculos ou juntas. A síndrome tende a aparecer ou  piorar com esforço físico. No entanto, pode ocorrer mesmo em repouso, quando não for tratada precocemente.

 

4. Qual a causa? 

Geralmente ocorre pelo estresse excessivo sobre os músculos (movimentos repetitivos, condicionamento físico inadequado, postura inadequada, trauma, distensão muscular, estresse emocional e mesmo por roupas apertadas). Pode também estar associada a doenças como diabetes, doenças da tireoide, depressão, anemia, doença reumatológicas e neurológicas, etc.

 

5. Como se faz o diagnóstico?

O diagnóstico é clínico, sendo que muitas vezes não é necessário nenhum exame complementar (exame de sangue, radiografia, etc).

 

6. Como pode ser tratada? 

O tratamento consiste na identificação de fator causal e sua correção, no uso ou não de medicamentos (agulhamento, acupuntura), e na reabilitação. Por outro lado, é muito importante a identificação de vícios de postura e de movimentos durante o dia-a-dia, os quais são frequentemente a causa dessa síndrome.

 

7. Quanto tempo devo permanecer em repouso?

Atividades que envolvam sobrecarga do músculo envolvido devem ser evitadas até a melhora da dor. Caso a imobilização seja necessária, deve ser feita conforme orientação do fisioterapeuta, assim como a reabilitação após o tratamento da dor na fase precoce. Após agulhamento, por exemplo, é sugerido repouso de alguns dias para melhor resposta terapêutica.



8. Mais um pouco sobre o tratamento de síndrome miofascial 

a) Identificação dos fatores desencadeantes:
     - Postura inadequada; bruxismo e apertamento dentário; distúrbios endocrinometabólicos (hipoglicemia, hipotiroidismo etc), anemia e infecções sistêmicas; distúrbios comportamentais; distúrbios do sono. 

b) Medidas não farmacológicas:
     - Eliminação dos pontos gatilhos: agulhamento com lidocaína (diluir em água destilada na proporção de 1:1 => Não infiltrar mais de 5 pontos-gatilho no mesmo dia; contra-indicações: distúrbios hemorrágicos ou uso de anticoagulantes, infecção local ou sistêmica, alergia ao anestésico, trauma muscular agudo, medo intenso de agulha; 
     - Meios físicos: massagem, calor, crioterapia, eletroterapia etc; 
     - Pulverizador tópico de ação congelante (fluorometano ou cloro etílico) e estiramento do músculo afetado; 
     - Acupuntura: 5-10 sessões semanais ou quinzenais de 30-60 minutos; 
     - Fisioterapia: cinesioterapia; alongamentomuscular no sentido contrário à ação do músculo; 
     - Suporte psicológico: se houver distúrbios do humor; manobras de relaxamento, “biofeedback” (6-12 sessões semanais), procedimentos cognitivo-comportamentais.   

c) Medidas farmacológicas:
     - Analgésicos; antiinflamatórios não estereoidais; relaxante musculares (usar nos espasmos musculares e dores cervicais, lombares ou da ATM; ciclobenzaprina ou tinadizina; antidepressivos; anticonvulsivantes.

O que fazer quando com dor no joelho?

O joelho é uma grande e complexa articulação. Ele é composto de ossos, tendões, cartilagens, ligamentos e bolsas repletas de líquido que ajudam a lubrificar a articulação. Como carro chefe do organismo, também é vulnerável a lesões.

Quando ferido, o joelho responde com uma cascata de reações que conduzem à inflamação e reparação. Repetidas lesões e inflamações podem levar a dor progressiva no joelho, além de postergar a cura completa.

AVALIE OS SINTOMAS:

Os sintomas de uma lesão menor no joelho podem incluir:

  • Dor ao dobrar o joelho;
  • Dor ao caminhar ou subir e descer escadas;
  • Inchaço leve em uma área (logo abaixo ou na lateral do joelho);
  • Ranger ou estalar ao movimentar o joelho.

Se você sofrer uma lesão, é importante realizar os primeiros socorros o mais breve possível. Isto pode ajudar também em lesões de desgaste, como aquelas produzida pela tensão frequente em seu joelho, ou quando você não tem uma lesão específica conhecida. Neste caso, porém, você terá que chegar à causa da dor, ou esta poderá piorar. Se a dor persistir, o diagnóstico deverá ser feito por um médico.

REALIZE PRIMEIROS SOCORROS

Consulte um fisioterapeuta para terapia composta por: repouso, gelo, compressão e elevação.

  • Descanse o joelho. Não faça qualquer atividade que cause dor. Evite ficar em pé o maior tempo possível. Você pode precisar de apenas um ou dois dias de descanso para uma pequena lesão. Se precisar de mais tempo, deve ter ocorrido uma lesão mais grave que necessita de cuidados do seu médico.
  • Gelo. Aplique gelo ou uma compressa fria para reduzir a dor aguda e inchaço no joelho. Os médicos aconselham a aplicação de gelo não mais de 15 minutos a uma hora, três ou quatro vezes por dia. A compressa fria caseira feita de ervilhas congeladas em um saco plástico se encaixa aos contornos do seu joelho. Não aplique nada congelado (gelo, bloco de vegetais congelados ou qualquer outra coisa) diretamente sobre a pele. Proteja sua pele envolvendo a bolsa de gelo em um pano. Remova o gelo se área começar a ficar dormente. Não use gelo se você tiver diabetes, ou problemas em seus nervos ou vasos sanguíneos.
  • Compressão. Use uma faixa de compressão para reduzir o inchaço. A faixa elástica funciona bem. Enrole esta faixa em torno do seu joelho, tomando cuidado para não interromper o fluxo de sangue. Não use esta faixa durante a noite ou enquanto dorme.
  • Eleve o joelho acima do nível do coração para reduzir o inchaço e evitar o acúmulo de líquidos. Tente apoiar seu joelho em travesseiros enquanto está deitado na cama ou sentado em uma cadeira.

Consulte o seu médico, se:

  • Você não conseguir colocar o peso do seu corpo sobre o joelho;
  • O inchaço for muito grande;
  • Você não puder dobrar ou alongar a articulação do joelho;
  • A dor for intensa;
  • Dor no joelho persistir apesar do tratamento feito em casa.

FONTES:

- National Institute of Arthritis and Musculoskeletal and Skin Diseases. Q&A about knee problems.

- United States National Library of Medicine. National Institutes of Health. MedlinePlus. Knee injuries and disorders.

- UpToDate Patient information: Knee pain (beyond the basics).

- National Institute of Arthritis and Musculoskeletal and Skin Diseases. How are sprains and strains treated?

O que é Fibromialgia e como tratá-la?

A fibromialgia é uma síndroma crônica caracterizada por queixas dolorosas neuromusculares difusas e pela presença de pontos dolorosos em regiões anatomicamente determinadas. Outras manifestações que acompanham também as dores são a fadiga, as perturbações do sono e os distúrbios emocionais. Alguns doentes queixam-se de perturbações gastrointestinais.

Há várias descrições da doença desde meados do século XIX mas apenas foi reconhecida pela Organização Mundial de Saúde no final da década de 70.

Sofrem da doença de 2 a 8% da população adulta, dependendo do país.

Da população atingida, de 80 a 90% dos casos são mulheres com idade entre os 30 e os 50 anos.

A DOR NA FIBROMIALGIA

O sintoma mais importante da fibromialgia é a dor, que pode afetar uma grande parte do corpo.

Em certas ocasiões, a dor começa de forma generalizada, e em outras numa área como o pescoço, ombros, região lombar, etc.

A dor da fibromialgia pode ser descrita como queimadura ou mal estar. Às vezes podem ocorrer espasmos musculares .

Com frequência, os sintomas variam em relação à hora e ao dia, podendo ter maior incidência matinal, agravando-se com a atividade física, com as mudanças climáticas, com a falta de sono e o estresse, etc.

Estudam mostram que a doença se inicia devido a uma perturbação dos mecanismos da dor, nos fusos neuromusculares, não havendo propriamente lesão de qualquer órgão, nomeadamente músculos ou articulações, podendo em alguns casos ser altamente incapacitante.

 

OUTROS SINTOMAS E ASPECTOS DA FIBROMIALGIA

Além da dor, a fibromialgia poder causar sensação de formigamento e inchaço nas mãos e pés, principalmente ao levantar da cama, assim como ocasionar rigidez muscular.

Outra alteração da fibromialgia associada à dor é a fadiga, que se mantém durante quase todo o dia com pouca tolerância ao esforço físico.

Quando o sintoma dominante é a fadiga, a doença tem sido designada por Síndroma da Fadiga Crônica.

As pessoas com fibromialgia queixam-se com frequência de ansiedade, às vezes há depressão, perturbações da atenção, concentração e da memória.

Alguns doentes referem queixas gástricas e cólon irritável.

Cerca de 70% dos doentes com fibromialgia queixam-se de perturbações do sono, piorando as dores nos dias que dormem pior.

Os registos electroencefalográficos podem apresentar alterações em relação às perturbações do sono.

Há relatos de casos de fibromialgia que começam depois de uma infecção bacteriana ou viral, um traumatismo físico ou psicológico.

Existem estudos que mostram que pessoas com esta doença apresentam níveis baixos de algumas substâncias importantes, particularmente a serotonina e níveis elevadas de proteína P relacionados com a dor.

 

DIAGNÓSTICO

Dado que não existem exames ou análises que permitam a confirmação do diagnóstico, este é feito com a história clínica, a observação médica pondo em evidência pelo menos 12 de 18 pontos dolorosos representados nas figuras ao lado, associados à fadiga, às perturbações do sono e às alterações emocionais. Na Síndroma da Fadiga Crónica sem dores não há pontos dolorosos, o que torna a situação muito mais aleatória.

Duração superior a 3 meses de:

  • Dor difusa pelo corpo;
  • Dor à apalpação de 12 de 18 pontos dolorosos.

E pelo menos mais 2 dos 3 sintomas seguintes:

- Fadiga;

- Alterações do sono;

- Perturbações emocionais;

- Devem no entanto ser investigados a presença de lesões nos músculos, alterações do sistema imunológico, problemas hormonais e principalmente doenças reumáticas, etc.;

- No caso da fibromialgia todos os exames e análises devem ser normais.

 

PROGNÓSTICOS E TRATAMENTO DA FIBROMIALGIA

Há várias medicações muito úteis para atenuar os sintomas da fibromialgia e muitas outras estão surgindo.

Os estudos a longo prazo sobre fibromialgia têm demonstrado que se trata de uma doença crônica com uma evolução alternando períodos melhores com outros de grande crise comprovando que a fisioterapia tradicional e alternativa, junto com um tratamento multidisciplinar, são imprescindíveis para uma boa qualidade de vida do paciente fibrimiálgico. No Centro de Reabilitação Sarah Brandão (CERSB) utilizamos mais de 15 técnicas de trataemnto, melhorando a periodicidade da doença e seus sintomas.